Sempre dá um branco na hora de escolher filmes, seja na locadora ou na hora de fazer downloads. Fiz duas listas. A “Filmes em que chorei” e “Filmes em que ri”.
Quem quiser contribuir, é só deixar uma dica nos comentários.
FILMES EM QUE CHOREI
(Título no Brasil, Diretor, ano).
A Partida – Yojiro Takita, 2009.
Mar Adentro – Alejando Amenábar, 2004.
As Pontes de Madison – Clint Eastwood, 1995.
O Despertar de uma Paixão – John Curran, 2006.
Piaf, um Hino ao Amor – Olivier Dahan, 2007.
Encontros e Desencontros – Sofia Coppola, 2003.
A História Real – David Lynch, 1999.
O Escafandro e a Borboleta – Julian Schnabel, 2007.
Edifício Master – Eduardo Coutinho, 2002 (documentário).
O Cárcere e a Rua – Liliana Sulzbach, 2005 (documentário).
Mary e Max – Uma Amizade Diferente – Adam Elliot, 2009.
Amor sem Escalas – Jason Reitman, 2009.
O Mágico de Oz – Victor Fleming, 1939.
Paris, Texas – Wim Wenders, 1984.
Casa de Areia e Névoa – Vadim Perelman, 2003.
2 Filhos de Francisco – Breno Silveira, 2005.
Um Conto Chinês - Sebastián Borensztein, 2011.
Gonzaga - De Pai para Filho – Breno Silveira, 2012
Searching for Sugar Man -Malik Bendjelloul e Simon Chinn (2012) – Documentário
(Sim, esta lista vai aumentar).
FILMES EM QUE RI
Esta lista é um pouco menor. É mais difícil fazer rir.
Morte no Funeral – Frank Oz, 2007. (O melhor é o original, a versão inglesa).
Casamento Grego – Joel Zwick, 2002.
O Auto da Compadecida – Guel Arraes, 2000.
Os Normais, o filme – José Alvarenga Jr., 2003.
Monty Phyton, O Sentido da Vida – Terry Jones, 1983.
M.A.S.H – Robert Altman, 1970.
Um Convidado bem Trapalhão - Blake Edwards, 1968.
As Loucuras de Dick & Jane – Dean Parisot, 2005.
Se Beber Não Case! I – Todd Phillips, 2009.
Como Enlouquecer seu Chefe – Mike Judge, 1999.

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